Mulheres

Há mais de 14 anos caminho pela fotografia, mas foi ao me aproximar da natureza, do feminino e dos processos de reconexão que encontrei a forma mais verdadeira de exercer meu trabalho. Foi nesse caminho que a fotografia deixou de ser apenas uma profissão e se tornou minha arte-medicina: uma forma de acolher histórias, revelar belezas adormecidas e criar espaços onde cada mulher possa se sentir vista com presença, verdade e sensibilidade.
Hoje, crio vivências fotográficas para mulheres que desejam resgatar teu poder e se enxergar com mais gentileza e autenticidade. Mais do que dirigir poses, gosto de criar um ambiente seguro onde o corpo possa respirar, movimentar, sentir e simplesmente existir. É um retorno pra casa.

Perguntas Frequentes

Pelo contrário! A maioria das mulheres que fotografo também está vivendo essa experiência pela primeira vez. Você não precisa saber posar nem ter experiência diante da câmera. Meu papel é conduzir tudo com leveza para que você apenas aproveite o momento.

Pode ficar tranquila. Essa também é uma das frases que mais escuto antes das vivências. Aos poucos, a vergonha dá espaço à presença. Não existe pressão para performar — apenas um convite para ser você.

Não.

Durante toda a vivência vou conduzir você de forma natural, respeitando seu tempo e sua personalidade.

A experiencia é muito mais sobre como vai se sentir durante o processo e as fotos são um registro da sua conexão com seu corpo e a natureza.

Claro!

Se isso fizer você se sentir mais confortável, sem problemas.

Mas vale lembrar que este momento é SEU e talvez o que precisa agora é justamente de um tempo só pra si. Ouça a sua intuição.

E, se preferir, você também pode transformar essa experiência em uma Vivência Compartilhada 🙂

Se a vivência for em ambiente externo, remarcamos a data sem nenhum custo adicional.

Não trabalho com uma quantidade fechada.

Entrego todas as fotografias que fizerem sentido contar a história daquele encontro. Em média, as vivências individuais resultam em 150 a 200 imagens.

O prazo de entrega é de até 20 dias após a vivência.

Após o preenchimento do formulário, entrarei em contato para enviar as opções de pagamento e confirmar sua reserva.

Elas dizem

Lorena Freitas
O ensaio com a Ju não é sobre fotos, mas sim sobre revelar o que emana da Alma. É uma experiencia, um renascimento, um transbordar de quem somos internamente. É eternizar em imagens o que toca o coração. É reencontrar nossa mulher selvagem e poder olhar para a imagem dela retratada por olhos sensíveis e profundos de outra mulher selvagem também. É eternizar emoções profundas que transbordam numa experiência de encontro com o nosso corpo-templo. É poder dizer pra ti mesma: eu vejo você!
Viviane Resende

Só façam! Conheci o trabalho da Ju no final de 2021 e fiquei encantada, doida pra passar pelas lentes dela!
Alguns anos depois esse sonho virou realidade: em março de 2025, num ensaio LINDO na Chapada dos Veadeiros!
Só confirmei o que já sentia: o olhar e o trabalho da Ju são únicos. Já trabalhei com fotografia e sei o quanto a guiança pode ser desafiadora… e nisso a Ju me surpreendeu demais! Me guiou com leveza, me deixou super à vontade e o resultado foi simplesmente fantástico!
Se presenteiem com essa experiência, vale muito a pena. É um trabalho realmente diferenciado, cheio de sensibilidade. A Ju é maravilhosa!

Phamela Ferreira
Os olhos que leem a alma e que através da fotografia, transforma profundamente o nosso ser e sentir! Sou suspeita porque já fiz duas vivencias e faria outras mil, cada uma sob uma nova perspectiva, sobre que eu estou e admirando cada dia mais esse olhar amoroso, generoso e que nos abraça de tantas formas. Antes mesmo de ser, já era. O Universo nunca erra nos dons que concede e nas pessoas que conecta!
Isabela Serain
Alguns encontros são portais Ao longo dos anos, estive diante das lentes de alguém que não fotografava apenas o que via, mas o que sentia. E, em cada ensaio, sem que eu percebesse completamente naquele momento, algo em mim era acolhido, revelado e, pouco a pouco, curado. Cada imagem carrega uma fase, uma versão que precisou existir exatamente como foi. Com suas dúvidas, suas buscas, suas sombras e sua luz. Nada foi em vão. Nada foi excessivo. Tudo fez parte. Revisitar essas fotografias hoje é como me olhar com mais gentileza. É reconhecer o quanto eu caminhei, o quanto me reconstruí e o quanto aprendi a me enxergar além da superfície. Existe uma força silenciosa no ato de se enxergar… Um tipo de autocuidado que não está no que se corrige, mas no que se acolhe. E talvez tenha sido aí que tudo começou a mudar… não só na forma como eu me via, mas na forma como eu passei a viver, a me posicionar e a me reconhecer como mulher. O processo de cura não acontece de uma vez. Ele se revela em fragmentos… e, às vezes, em imagens que guardam exatamente aquilo que a gente ainda estava aprendendo a sentir. Gratidão, minha Ju, por ver além.

Retratos da

alma pro

corpo

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Florianópolis – SC
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